Você já criou a sua marca pessoal?

Ao abordarmos esse tema você pode pensar:
Porque preciso de uma marca pessoal?
No mundo moderno todos nós podemos crescer profissionalmente ou até tornarmos um empresário de sucesso. A internet atrelado á um excelente relacionamento, trouxe oportunidades nunca antes vistas. Mas, apenas os melhores e diferenciados irão prosperar. Não adianta copiar ou tentar ser igual, porque as pessoas buscam pessoas e negócios diferentes. Criar uma marca pessoal é um diferencial e tanto para o sucesso.
Como construir a minha marca pessoal?
Algumas dicas que aprendi:
1. Acredite na sua capacidade : Se você não acreditar em sua capacidade profissional, fica difícil conseguir vender-se como um profissional diferenciado e confiante. É importante parar de se diminuir, e entender que você tem ótimas qualidades. Muitas pessoas vão tentar te desanimar ou até mesmo minar as suas capacidades, esqueça tudo isso e vá em frente, sua competência lhe permite.

2. Tenha personalidade – Isso é fundamental para construção da sua marca. Existem pessoas que se adequam de acordo com o ambiente mesmo quando discordam, esses são os famosos “políticos corporativos” , e se você é um executivo trabalhe pelo CNPJ e não para os CPF´s. Defenda sempre seu ponto de vista, isso não significa ser inflexível, se você perceber que esta errado é natural mudar de opinião.

3. Seja você mesmo e nunca tentar ser um ator (as pessoas irão perceber), não busque parecer ser, seja autêntico sempre, mesmo que as vezes você desagrade alguém. A autenticidade é fundamental para aumentar a sua credibilidade.

4.Seja honesto – Honestidade não existe meio termo, ou você é ou você não é honesto, isso é uma obrigação, portanto se você almeja construir uma marca pessoal será impossível conseguir agindo de forma desonesta.

5. Seja exclusivo (em alguma coisa) – Torne se referência em algo, para que você tenha uma marca pessoal forte, invista o que for necessário para ser muito bom em algo.

A verdade é clara, não existe sorte ou azar… O que existe é disposição para fazer, agir e com persistência chegar aos resultados. Existe um momento no qual você tem de saltar com confiança, ultrapassar a sua capacidade, jogar seu coração na frente, se lançar no espaço.

Depois alguém chega para você e diz que você é um sujeito de sorte, ou que você é maluco por ter tomado algumas decisões na sua vida. Sorte é o que sobra de dedicação, e esta se chama trabalho.

Acabo tendo certeza que àqueles que se posicionam como nossos inimigos não nos destroem, ao contrário, eles nos empurram para a vida, para a nossa vitória pessoal e profissional. Assim, grandes dificuldades podem se transformar em trampolim para o sucesso.
No decorrer da sua trajetória pessoal e profissional, podem tentar prejudicá-lo e/ou denigrir a sua imagem. Mas tudo o que você realizou e a construção da sua marca ninguém consegue destruir ou prejudicar.
Investir na sua marca pessoal, pode fazer uma grande diferença no futuro.

Equilíbrio entre a vida pessoal e trabalho

Hoje estou saindo um pouco da linha dos meus posts tradicionais depois de diversas conversas com amigos empresários e executivos. O tema, tão intrigante, sempre está em pauta nas discussões.

Os principais questionamentos são:

- Estou trabalhando muito e não estou dando a atenção adequada para minha família;
- Empresa está exigindo muito e não estou conseguindo equilibrar com a minha vida pessoal;
- Não consigo me desligar dos negócios mesmo em meus momentos de lazer.

E o pior – alguns deles chegaram a se questionar se realmente são felizes.

Eu fiquei extremamente intrigado com o tema, então resolvi pesquisar um pouco o tão abrangente assunto – e cheguei a algumas conclusões:

- No mundo, um em cada quatro funcionários afirma que não recebe incentivo da empresa onde trabalha para equilibrar sua vida profissional com a vida pessoal. O dado é resultado de um estudo feito pela consultoria Hay Group e alerta para uma previsão ainda mais importante: a insatisfação em não conseguir contrabalançar esses dois aspectos é tanta que faz com que 27% dos colaboradores planejem sair do emprego nos próximos dois anos.

- O estudo, feito com cinco milhões de colaboradores de mais de 400 organizações, é referente a 2012. Naquele ano, o número de funcionários que disseram não conseguir contrabalançar o trabalho e a vida particular cresceu ante 2011: foi de 32% para 39%. No Brasil, especificamente, a insatisfação aumentou de 30% para 36%.

- A consultoria aponta que, nas companhias onde esse equilíbrio não é incentivado, os funcionários estão menos satisfeitos com seus salários e seus colegas de trabalho. De acordo com a pesquisa, nessas organizações, apenas 36% dos colaboradores afirmam receber um salário justo por seu trabalho. Além disso, 45% acham que a empresa consegue chamar a atenção de funcionários de alta qualidade.

- Nas companhias onde os empregados são incentivados a conciliar a vida profissional e a pessoal, os indicadores são bem maiores – 58% está satisfeita com sua remuneração e 71% acredita que a empresa consegue atrair talentos.

Portanto, acredito que: “devemos trabalhar fazendo o que gostamos e onde queremos, a nossa felicidade é prioridade.”